TTT 2015: porque eu não vou correr em 2016

Publicado por | fevereiro 04, 2015 | Mente de corredor, Sem categoria | 49 Comentários

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Dizem que uma das sabedorias necessárias para qualquer atleta é planejar quais competições irá participar e, mais a longo prazo, qual o momento exato de sair de cena. Para profissionais (o que não é meu caso, e o da maioria), isso é mais difícil e doloroso. Fico imaginando a frustração de ter ido ao auge e, em função de lesões ou desgaste físico e também psicológico, ter que anunciar a aposentadoria.

No final de semana passado, quando corri pela quarta vez a Travessia Torres-Tramandaí (TTT) na categoria solo (82km pela beira da praia), pensei muito sobre isso. Conquistei um tetracampeonato bonito, sofri, chorei e me diveti para caramba. Porém, quando cheguei em casa e olhei para o troféu feioso de 1° lugar, cinzento e sem graça, me questionei se realmente valeu a pena tanto esforço.

Nessa e em outras competições realizadas no Rio Grande do Sul (e creio que o mesmo ocorre em outras regiões brasileiras), somos tratados como meros coadjuvantes em “festas promocionais” mal organizadas. Pagamos inscrições com valores altos, investimos em equipamentos, em toda infraestrutura para fazer bonito.

Treinamos feito doidos o ano inteiro. Ficamos ansiosos, abrimos mão de uma série de coisas para correr.

E o que ganhamos em troca?

Não estou tirando o mérito de quem cria e realiza tais eventos. Sei que dá trabalho. Mas é um negócio: e um negócio cada vez mais lucrativo. Hoje a corrida é o segundo esporte mais praticado do País. Do Oiapoque ao Chuí, milhares de corredores de todas as idades e classes sociais invadem as ruas com seus tênis coloridos e gastam uma babilônia de grana para alimentar esse “vício” do bem.

Mas a meu ver – e me corrijam se estiver errada -, nos contentamos com migalhas. No caso dum evento como a TTT, que reuniu mais de 2 mil corredores (que desembolsaram, cada um, 130 paus), as falhas ficaram evidentes e decepcionaram muita gente. Falando com colegas que correram a prova, foram apontadas uma série de problemas.

Eu percebi erros graves nos pontos de hidratação (como estava na dianteira, notei que o staff não conseguiu sequer oferecer água gelada em vários pontos, sobretudo após o meio-dia, após a plataforma de Atlântida), algo essencial e básico para todo ultramaratonista. O kit da prova, mais uma vez, decepcionou muita gente. E a premiação, então…sem comentários.

Após correr 82km em 7h44min, batendo o recorde da prova, ganhei um troféu igual a todos os demais (nada criativo e muito feio, no formato da bandeira do Rio Grande do Sul. Mais brochante, impossível). A impressão que tive é que foi feito sem um tesão. Muito, mas muito aquém da dimensão dada pelo público ao evento.

O que ganhei de premiação? Um boné.

Quando digo isso a leigos, que nada entendem de corrida, o espanto é geral. “Mas como pode? Não pode ser! Correr 82km e ganhar um boné! Como tu ainda vai nisso?”, me perguntaram ontem.

Eu não soube responder.

Será que o que vimos no último final semana no litoral não vale para uma reflexão?

O quanto estão valorizando quem se dedica tanto a esse esporte? Onde está o profissionalismo, a consideração com os atletas? Será que merecemos comer pão seco com queijo, quando merecemos (e pagamos para ter) um rango que tenha o sabor da superação, gostoso como um croissant quentinho?

É por essa e outras que, em 2016, decidi não correr mais essa competição e todas as demais que, ao meu ver, não primam pelo profissionalismo e deixam a desejar em vários aspectos.

Quer ver como funciona? Vá para qualquer evento esportivo na Europa e Estados Unidos ou, mais perto ainda, na Argentina.

Somos os principais personagens. E exigir qualidade não é ofensa ou crime. É nosso direito.

Espero que tenhamos uma evolução nos próximos anos, pois do jeito que as coisas andam, dá mais vontade de investir essa grana preta das inscrições em um bom vinho – pelo menos, o retorno é garantido.

 

 

 

49 Comentários

  • Poliana disse:

    Que bom que alguém gritou!!!! Acho ttriste pagar tão caro por uma prova e a organização deuxar a desejar e assim vejo desde 2010 quando participei pela primeira vez! Os postos de hidratação con falta de água ou quente, kit de péssima qualidade e sem falar nos erros da premiacao que sempre ocorrem! Mas eles ficam tranquilos porque sabem que a gente termina a prova e já volta pra casa pensando no ano seguinte. Mas corremos pelo desafio pois pela “prova” esta deixa muito a desejar!

  • Angélica disse:

    Oi Dani, o teu blog está ótimo.

    Adoro teus textos.

    Li o que tu escreveu acima, porque eu estava curiosa pra saber porque tu não iria correr em 2016, já que tu ama o esporte e se dedica como profissional, estando nas TOP 4 do Brasil. Bom, o que posso dizer é que tu sabe do que está falando então não há o que contestar. E, infelizmente vivemos no país do improviso, da meia-boquice e da maracutaia. O que não tem roubo ou falcatrua, pode até ser honesto, mas é feito nas coxas, parece que as pessoas fazem tudo sem motivação…vice-versa, em qualquer ordem. Se meus grandes amigos e família não fossem brasileiros, eu iria criar meus futuros filhos em outras terras…o Brasil só decepciona, chega a ser cansativo! Beijo grande e esperamos te ver nas maratonas internacionais? :D

  • Giovana Kaupe disse:

    Melhor resenha da prova! É o que eu digo o tempo todo, mas como só faço distâncias pequenas (octeto ou quarteto), não tenho muito respaldo…rsrsrs Bom saber que uma baita ultramaratonista também tem os olhos abertos e digamos, sofre bem mais com as consequências de uma prova mal organizada. Meu grupo de corrida não é gigantesco, e mesmo assim vem diminuindo a participação ao longo dos anos. Só mudarão o comportamento quando houver diminuição do público! Pela qualidade do kit eu fico triste de gastarem com ele, penso que não tem necessidade de impactar a natureza (pq todo produto gera um impacto negativo) com milhares de camisetas ruins que quase ninguém usa. E correr 82km pra ganhar um boné…bom, sem comentários. Boas provas e bons treinos! ;)

  • Concordo totalmente com você. Eu não demorei muito a tomar essa decisão. Logo cedo notei que as corridas não são para corredores e sim para o dinheiro. Então corro apenas por mim mesmo. Traço minhas metas e escolho as corridas, que são organizadas! Existem corridas boas e organizadas. Ainda vale a pena correr com a galera, apena sela saúde! Abraço

  • Alexsandro Matos disse:

    Muito bom o texto, pra mim os atletas que correm solo uma prova longa como essa deveriam ter uma remuneração em dinheiro ou em premios, eu nao sabia que nao se ganhava nada para um risco muito grande de lesões.
    E principalmente porque pessoa como você são inspiração para mim que estou correndo a um ano e sempre procuro estudar sobre alimentação, corrida etc.
    Fiz dois trechos a tarde juntos deu uns 17k meu recorde em prova como esta e o que me servio de combustível quando cheguei nos 12k foi ter visto você no posto de troca em capão novo seu olhar de superação me manteve firme.

    Saiba que por mais que uma prova nao supere suas espectativas você sera sempre um combustível, um exemplo de superação na vida de um corredor.

  • Jefferson Matheus Dahmer de Castro disse:

    Baita texto, Santarosa!!!
    Corri a TTT nesse ano também e achei a medalha comparável à que ganhei nos 5km da 11ª Corrida de aniversário de Porto Alegre. Foram mais de 20km de areia, riachos com água na coxa, uma madrugada inteira acordado na função de sair de Porto Alegre, chegar em Torres e vir descendo o Litoral norte gaúcho com a minha equipe (que por sinal é incrível!). O que valeu, fazendo o balanço pós-TTT foi justamente as amizades que eu fiz, as parcerias durante a corrida, os lugares onde passei e a minha própria superação. Afora isso, as águas em temperatura de chimarrão e a premiação meia-boca me fazem refletir assim como tu fizestes: para que o esforço?
    Beijo grande e não desistamos de botar a boca no trombone… As coisas deverão melhorar!

  • Roselaine disse:

    Daniela, parabéns pelo seu resultado!
    Lamento muito que os atletas não sejam valorizados!
    Adoro corrida, mas parece que vivemos no país do Mma!
    Um grande abraço!

  • wilson nunes disse:

    è isto Dani….., como minguem ainda não botou a boca no trombone… este continuando, agindo deste forma, Este é a Melhor e Maior prova do Rio Grande e também a pior em premiação e sem falar no kit….Ele deveriam melhorar mais, já que a prova esta consolidada.

    Flou- Wilson Nunes.

  • Sylvia disse:

    Maravilhosa reflexão.
    Eu tb já fiz muita prova que me decepcionou. A gente paga uma grana e muitas vezes nao tem nem espaço para correr direito. Aqui no rio tem uma prova na barra que nem interditam a rua toda,temos que correr correndo o risco de atropelamento….e pagamos por isso. Os kits nao vou nem comentar, a maioria uma miseria, quando muito vem cheios de mini porcarias dos patrocinadores e muitos papeis de divulgacao de coisas.
    Entretanto o que mais me incomoda é a desorganização, falta de divisão de grupos de largada com pace (quando tem ng respeita e tb ng fiscaliza), mistura com caminhantes (nao desmerecendo mas sabemos que podem atrapalhar quem está correndo), falta de água…
    Minha decisao para 2015 é selecionar, só vou correr provas que eu já tenha corrido e adorado ou que saiba por amigos que vale a pena. Inclusive porque estao cada vez mais caras, nao dá mesmo para gastar a toa!

  • vanderleia parizotto disse:

    Dani!!! Concordo com vc! Fiz pela seg vez TTT SOLO e fiquei em 3 lugar na master mas com um trofeu de 4 lugar, pois premiaram seg lugar que nem completou a prova. E acho um absurdo, vcs que correm muito, que dao o sangue, nao ganharem nem uns pila. Poderiam premiar pelo menos do 1 ao 3 lugar com grana e trofeus diferentes. Voce tem que ir a Rio Grande fazer os 50 km. La a ptemiacao para 1 lugar geral, se nao me engano eh 3.000,00 ou mais. Pelo menos vale a pena ne. E achei o kit da TTT ridiculo tbm! Bjs querida! Seguimos na luta!

  • Fernanda Lohmann disse:

    Oi Daniela
    Parabéns pela conquista!!
    Tendo em vista que não corro, só acompanhei na beira da praia de Araçá a passada dos maratonistas, também fiquei decepcionada com a organização. Acredito que seja regra alcançar a água aos maratonistas, que por sua vez terão que deixar o copo em até 100 m, no lixo ou no chão. Pois ali em Araça só houve o alcance, pq lixo não tinha e o recolhimento tbm não aconteceu por completo, somente ao redor de onde os 2 rapazes, que não quiseram se identificar, estavam. Era copo voando com o nordestão por tudo que era lado, tanto que no dia seguinte consegui visualizar alguns por ali, do Farol até o Hotel Araçá. Acho uma vergonha, para o atleta que comprou sua participação tanto como para a organização de um evento como este. Ao perguntar aos 2 rapazes se eles foram orientados a recolher, me disseram ” Você que não está correndo poderia recolher pelos maratonistas” Oi? Não querido, quem produz lixo é que é o responsável por ele. Fiquei bége com tal planejamento e com tamanha falta de educação. Sempre pensei que eventos da saúde estavam com o mesmo pensamento que os que se realizam em prol do meio ambiente. Na minha cabeça não entra tal postura e tudo está ligado, saúde e meio ambiente. Me admiro muito a Faccat, uma das patrocinadoras não se movimentar para uma ação com esta preocupação. Mas é assim que aprendemos onde e com quem não devemos nos envolver!
    Desculpa o desabafo, mas assim como vc eu tbm fiquei bem decepcionada!!
    Abraços

  • Everton Sukster disse:

    Daniela , tu escreve muito bem ! Tenho te acompanhado muito algumas de tuas corridas , e sei que tu é uma vencedora, mais do que isso , já corri 3 e respeito muito quem já correu uma maratona 42 k, e tu eu respeito muito mais, tu é um ídolo, um exemplo , e entendi muito o que tu escreveu. Várias vezes te via correndo no frio , há uns 9 anos atrás, quando eu recém ia ao hospital cedo. Corri de 1983 a 2006 muitas provas , no tempo que correr não era modinha , e não era esse business, onde sempre os mesmos corriam , o máximo de custo de uma inscrição era um kg de alimento para doar. Em 2006 fui diagnosticado com ” início ” de uma artrose quadril, e tive de diminuir a corrida , e hj luto para correr aos poucos , num ritmo menor, para não sentir dor e maior desgaste . Eu te entendo muito e concordo com o que tu escreveste, mas tu tem uma função , que é espelhar os outros, dar exemplo , e é claro , que temos que te valorizar, mas tu mesmo sabe, que a corrida enriqueceu muito as marcas , e pouco aos atletas, infelizmente. Mas siga com o prazer que a corrida te proporciona, e tente com o que tu escreve, com palestras motivacionais, enfim , de alguma forma , te realizar, ser valorizada e ganhar dinheiro . torço muito por ti , sou proprietário da imune- clinica de vacinação( Iguatemi e barrashopping) e quando quiser, te aguardo pra te oferecer, um café bem bom no shopping, e terei o maior prazer em querer te ouvir e te conhecer .Parabens , mais uma vez, eu sou vencedor, completei a maratona, mas tu é muito mais , tu é uma heroína , poucos no mundo já fizeram, ou vão poder fazer , o que tu já fez !!! Bj Everton

  • Iraci disse:

    Antes de tudo meus parabéns pela sua conquista pessoal nas corridas.
    De minha parte, já a muito tempo entendi que as conquistas na vida são conquistas pessoais, portanto só espero obter minhas próprias alegrias ou frustrações, sem nunca dar a mínima para o reconhecimento alheio, pois na real isso é muito raro de se obter.
    Portanto, entendo que na vida precisamos ser sinceros conosco mesmos, fazendo o que gostamos para nos sentirmos bem conosco mesmo e sermos felizes.
    Na vida o que importante são as intenções e os resultados, troféus, anéis, prêmios… são coisas materiais que não sobrevivem a um piscar de tempo.
    Um fraterno abraço.
    Felicidades.

  • Davi Grass disse:

    Olá, Daniela!

    Meu nome é Davi Grass, sou o representante de duas equipes de corrida e presidente da Associação dos Grupos de Corrida do RS!
    A minha opinião aqui, é pessoal, mas tu estás coberta de razão e esses acontecimentos de falhas graves na organização e descaso na premiação vem acontecendo nas últimas edições e eu como representante de equipe tomei a atitude que me cabia, a de não participar. Como representante das assessorias, vou começar a levantar todas essas falhas e procurar entrar em contato com o patrocinador da prova! Vai ser através da união e opinião de todos, que vamos conseguir mudar esta situação! Estou contigo Daniela!!!!

  • luciane rodrigues disse:

    Eu que corri os 6,4 km do revezamento num octeto me decepcionei, imagino vc… Aquele pão, com certeza, foi de doer… minha equipe ficou em 6º lugar e nao sei se voltaremos no proximo ano. Um abraço…

  • Gustavo Lovato disse:

    Penso exatamente isto, tenho equipe de corrida e no momento priorizamos provas de menor expressão,mas muito mais organizadas,com ótimas premiações,algumas em dinheiro, e ainda nos levam a conhecerem novos lugares,não ficando somente percorrendo os mesmos trajetos já tão manjados,como por exemplo provas do Jader Wommer aqui no Rio grande do Sul. Vamos dar oportunidade a outras provas!

  • Gustavo Lovato disse:

    Penso exatamente isto, tenho equipe de corrida e no momento priorizamos provas de menor expressão,mas muito mais organizadas,com ótimas premiações,algumas em dinheiro, e ainda nos levam a conhecerer novos lugares,não ficando somente percorrendo os mesmos trajetos já tão manjados,como por exemplo provas do Jader Wommer aqui no Rio grande do Sul. Vamos dar oportunidade a outras provas!

  • EDUARDO ZAGO disse:

    Primeiramente .. PARABÉNS pela conquista Daniela! Eu fiquei quase 11 km sem água. É uma pena que tenhamos provas de atletismo com este nível de organização. Em 2016 vou investir o dinheiro da inscrição em alguma prova que de valor e respeite o atleta.

  • jacqueline bertoglio disse:

    Larguei d tarde Atlantida. Ganhei uma água aberta com um furo d dedos e sem nada dentro . Isso q no primeiro posto, um cavalheiro , me empurrou e eu não consegui oegar a água. ..

  • Alexandre Gonçalves disse:

    Daniela infelizmente isso tudo eh verdade… Ano passado fiz apoio de bike para dois amigos no solo, infelizmente não terminamos a prova e vimos várias falhas…. Esse ano decidi fazer a prova solo… Consegui terminar a prova, mas com certeza se não fosse meu apoio que estava de carro não terminaria…. Após a chegada receber a mesma medalha ( não fiz tempo para pódio) que o pessoal q fez em octeto já eh uma sacanagem… Um outro amigo q completou ao chegar já não tinha nem alongamento dentro do horário da prova…. Como sempre muitas falhas…. Parabéns por mais uma vitoria.. Abraços e muitos kms

  • Sidnei Barbosa disse:

    Pois é Daniela, somos os atores do espetáculo e devemos sim exigir respeito acima de tudo. Os pontos que você abordou no artigo são merecedores de atenção por parte dos organizadores e de nós mesmos enquanto atletas. Faltar hidratação ou tê-la de modo reduzido ou mesmo água morna num verão onde as temperaturas passam de 40 graus é um crime. Prova mal sinalizada que concorre para acidentes com atletas e veículos ou bicicletas, kits vergonhosos, sem criatividade e premiação aquém, muito aquém do que arrecadam.

    Correr nos Estados Unidos é uma experiência fantástica. No final da prova ficamos a pensar: qual a dificuldade que os organizadores no Brasil têm pra fazer metade do que vemos nas centenas de provas de longa distância na América?

    É de se indignar e chega a ser uma falta de repeito sem igual correr uma ultramaratona e receber migalhas. Eu já sou adepto da decisão que você acaba de tomar querida Daniela, só corro provas que nos tratem com mais respeito e consideração.

    Forte abraço, ótimos treinos e provas!

  • solange bressan disse:

    concordo em todos os pontos…acho que aqueles que sobem no podium querem muito mais que um trofeu mas um tenis…uma meia de compressao…uma viagem…e principalmente a felicidade de entregar um premio ao merecedor de tanto esforço….parabens mais uma vez por escrever o que muitos nao tem coragem…e parabéns por mais essa maravilhosa vitoria

  • Isabel Hurovich disse:

    Daniela, concordo totalmente contigo. Há anos que participamos dessa prova com a Equipe Winners e é sempre essa falta de consideração com os atletas. Neste ano levamos 70 corredores para a TTT! Meu marido tem 60 anos e completou os 82 km em 9:17. E o que ele ganhou? A mesma medalha que alguém que fez 6 km. Isso desanima qualquer um. Uma pessoa de 60 anos concorrer na mesma categoria que um de 40 não tem nenhuma lógica!
    Parabéns pela prova e por toda a tua trajetória como atleta. És um exemplo e inspiração pra todos nós.

  • Rodrigo Quevedo disse:

    Oi Dani. Muito legal teu depoimento. Eu não participo da maioria das corridas de rua no estado por boicote mesmo. Em geral sou mal interpretado por ser muito enérgico quando me expresso sobre esse falso profissionalismo dos organizadores de corrida. Com a TTT não é diferente. Tudo que tu observou e relatou acontece desde 2008 quando participei pelo primeira vez. No ano que fiz dupla, não tomei água em nenhum ponto, simplesmente porque o staff estava sentadinho debaixo da garita e não levantava para dar aos corredores. Quando fui reclama, ouvi a seguinte explicação: mas é tu que está com sede. Por que não foi atrás? Ora bolas, se o staff está ali para isso, por que eu tinha que sair do meu ritmo e correr na areia fofa pra pegar água. Infelizmente falta bom senso. Não sei pra todos que estão na organização, mas pelo menos pra quem manda. Lamento muito ter que tomar essa atitude, fico muitos finais de semana se ver amigos que fiz ao longo de 8 anos de corridas, pois resolvi não participar mesmo. Talvez seja birra minha, mas eu sou assim. Adorei teu relato.

  • Pablo disse:

    Dani.

    Baita texto. Relatou exatamente o que acontece. Sem contar que em vários pontos de hidratação, a mesma não existiu. Não tinha se quer água para oferecer aos atletas. Só não concordo a respeito do troféu. Poxa nosso estado Dani. De todas as edições, esse foi o mais bonito. E olha que tenho alguns!!!!!!!!

  • Fabiana disse:

    Parabéns! Concordo c vc em td q escreveu. Isso virou uma indústria, pagasse muito caro p correr e na maioria das vezes não temos estrutura nenhuma.
    Eu não corri está prova, mas é bem isso q acontece na maioria das provas. Pagasse caríssimo por inscrições e no final as organizações deixaram a desejar.
    Eu, particularmente, escolho umas duas ou três provas q acho importante durante o ano, provas q vou curtir o visual… Não pago p correr provas “sem graça”, além de ter um custo caro… prefiro curtir meus finais de semana na praia e correr por lá mesmo, sem precisar desembolsar um centavo, e ainda tenho minha mãe ‘nos postos de água”, sempre me esperando c uma garrafinha de água gelada …
    E só p completar, acabei participando da corrida em Navegantes – Portonave na praia 5 e 10k… inscricao 40 reais, uma prova simples, percurso rápido, mas pelo menos tinha premiacao em dinheiro (se nao me engano mil reais primeiro lugar), premiaram os 5 primeiros na geral. E vc sio ganhou im boné? É mesmo uma vergonha. E com certeza pelo teu nivel de prova vc merecia no mínimo esses mil reais ai.

  • Ramon Schlichting disse:

    Sábia reflexão!!! Concordo com tudo que disseste, infelizmente a corrida se tornou um comércio inescrupuloso. Devíamos ser mais valorizados!! Parabéns pela tua trajetória de sucesso!!!

  • Sergio Crespo disse:

    Ola Dani,
    Compartilho com vc!
    Corri umas 3 vezes e nunca gostei desta prova…cada ano erram em coisas diferentes e a valorização por quem rala os 82km é ZERO!
    Melhor gastar o nosso tempo e $$ em provas mais divertidas e estruturadas..
    Parabéns pela prova e abraços

  • rossana disse:

    o kit nem pego mais, nem abro pra ver o que tem!!! Sempre é ruim demais!!! E nem uso nada da estrutura da prova! Hoje fiz um regenerativo com um corredor solo que reclamou pelo absurdo de sequer ter um degrau para sair da arena de chegada! Como ele tava todo doido, disse que sentou na calçada e pediu pra galera que passava puxar ele pois todo mundo teve que se empoleirar na calçada pra sair!!! Tipo tudo muito fraco! O que vale mesmo é a estrutura dos grupos de corrida porque se for depender da organização….. Pssssss

  • Flávio Gomes de lima disse:

    Participei de 3 vezes da TTT,porém esse ano de 2015 pelo belo relato e retrato do texto não participei,tomei essa decisão no final de 2014,pensei muito dos meus 23 anos no atletismo,e conclusão,tirando as pessoas que conheci e fiz amizade lugares que conheci,o esporte em si ao que se refere algo material nunca ganhei.Representei nosso país em Mundial,saí na elite da São Silvestre,ganhei muitas competições,enfim por já ser de natureza e bio tipo,não tenho lugar mais em casa para colocar troféu,as vezes olho para um e para outro e lembro o quanto me dediquei para estar entre os melhores.Mas pensei vou correr sim,mas a partir de agora vou correr para mim e não para os outros,quero me manter em atividade mas sem planilha e cobrança,recebo convite para ir nas provas,mas ir lá para dar status para eles…acho que tomei a decisão certa estou muito bem,agora chego do serviço e vou dar aquele trote sem se preocupar com o tal “PACE”mas o grande problema é que a maioria que esta começando nesse esporte que tem vivência de menos de 3 anos com todo o respeito sem vcs mesmo saberem acabam de uma certa forma contribuindo para esses acontecimentos,virou moda correr,então sei e conheço pessoas que já de cara fizeram a prova SOLO,então enquanto for assim infelizmente eles vão continuar não valorizando o talento e nem dando oportunidade para novos promissores,por que de uma certa forma quem organiza prova não esta interessado naquele que vai ganhar,mas sim em quantidade tudo gira em torno de números é a vida…só espero que esses que estão começando continuem mesmo,por que tudo no começo é assim,perde peso,baixa marca,ganha na categoria enfim esse tipo de coisa,por que quando os srs forem cair de cabeça e fazer história,talvez eu não esteje vivo,mas perceberam que para ser um campeão precisa de muito treino e anos para chegar num patamar desejado,e talvez muitos desistam,até por que com todo o respeito nem homem e mulheres hoje no estado fazem grandes marcas,eu mesmo tenho umas a 5 anos atrás hoje incomodo a turma,mas assim mesmo para quem tem 38 anos de idade eu me pergunto,de quem é a culpa para se ter atletas diferenciados,até por que não confundam talento com dom ou biotipo,por que os talentos se somem em 1 ano e os atletas mesmos são aqueles que de uma certa forma já fizeram grandes marcas,mas de qualquer forma fiz minha parte para uma amador consegui chegar no patamar anos atrás onde poucos conseguem e assim mesmo, tenho um recorde brasileiro que dura a mais de 5 anos,é uma pena que tenha que ser assim.Em 2015 manter a forma afinal se alimentar bem e direito e praticar esporte não necessariamente precisa ser competitivo.

  • jarbas dias de freitas disse:

    \\\O que mais podemos esperar é que todos esses corredores, independentemente de pace e faixa etária comecem o boicotar essas corridas ‘caça-níquel’ que passaram a existir no nosso estado, se não for organizada com troféus, premiação decente por faixa etária, hidratação condizente com o trajeto não compareçam e conclamem seus amigos a participar do boicote, as redes
    também servem para isso e como clientes e atletas mesmo amadores devemos ser respeitados e ao menos “bajulados’” somos no máximo cinco mil em todo o estado quem quiser que se esforce para nos cativar ou podem ir vender água no sinal.

  • ANDREIA HENSSLER disse:

    Uma bela abordagem Dani, e de certa forma concordo com as tuas colocações, eu tive o privilégio de ser a primeira mulher solo a vencer esta competição a alguns anos antes , e nem boné ganhei…rsrrs… naquela época já apontei alguns problemas de organização… mas não desisti de participar novamente no ano seguinte em forma de dupla feminina, e levando alguns alunos da equipe juntos comigo para também se desfiarem. Vencemos novamente na dupla feminina eu e Gildiane Heusner, as primeiras mulheres a chegar, recebemos troféus depois de “brigas” porque queriam nos desclassificar em função de uma regra que não cumprimos, regra essa que não existia no regulamento que tínhamos em mãos, e isso porque um dos meus alunos era super organizado. Enfim até hoje nossos nomes não constam lá na vitória da dupla feminina, não foi reconhecido pelo EVENTO, apenas fotos e troféus simbólicos para abafar erros da organização. Mas como sou uma treinadora e atleta otimista, quero crer que para o próximo ano a competição melhore e não tenha tantos erros.

  • Andrea Alves disse:

    Primeiramente: Parabéns!!! e + Parabéns!!! És merecedora de um boné “ridículo” e de mt mais, com certeza!!! Prezo e respeito todos os participantes dessa prova…que é difícil por natureza e que se torna ainda mais pela má organização!! Mas tenho uma pergunta uma interrogação a fazer diante de tantas constatações de que ano após ano a TTT é um evento falho, pq os atletas ou as assessorias não o boicotam??? Já participei de uma TTT, (2011) como apoio de um octeto, em um trajeto um participante levou uma bolada, em outro percurso sob sol causticante o participante ficou sem água fornecida pelo evento, sorte foi o apoio ter água gelada em sua bag….e assim foi… no final fomos ao pódio receber aquele troféu(zinhu)… Perguntem agora quem de nós (entre apoio e corredores) depois de tudo isso se emocionou em participar de outra TTT??? Nunca mais se falou nessa prova!!! Deusulivre!!!!!
    Existem provas, como vc falou, que respeitam e valorizam mt mais seus participantes… Bora lá Força Fé & Coragem

  • elvira disse:

    Dá-lhe Santa Rosa !!! – sofri horores nesta prova, numa participação dramática!! – não corri com apoio, o que é uma insanidade e se torna maior ainda quando tu não encontras nenhuma ajuda nos postos da organização, quando muito água – e teve postos que não tinha!!! Tenho corrido por aí … no Brasil, fora do País, e o que a gente vê são aberrações em nome do negócio que – lucrativo – que se tornou a corrida. Não sou contra o lucro, afinal é o trabalho e trabalho tem que ser remunerado! O problema é quando esses organizadores “matam” seus clientes, pois assim como tu, outras pessoas, principalmente do solo, não participarão e dizem o porquê. Gosto de trazer alguns eventos para comentários como este, que serão lidos a partir do teu texto; quem já correu a Supermaratona 52km de Rio Grande, sabe, lá existe premiação para os vencedores, e os organizadores se esfalfam para agradar à pessoa mais importante da prova – os atletas; se já teve problemas? sim, mas eles procuram corrigir e ouvir os participantes. A ttt merece uma reflexão por ser uma prova importante e uma das únicas (??) ultras do RS. Assim, seria de uma humildade inteligente se os organizadores refletissem, seguindo os participantes que ora refletem e são unânimes em apontar as falhas. Uma pena!!

  • Corri os 82 km e também vi muitas falhas na prova, concordo em tudo com a Santarosa.
    Isso tudo virou uma industria de ganhar dinheiro, não temos o minimo de consideração.
    Premiação diferenciada poderia ser dada para quem fez os 82 km.

  • Lucia Mussoi disse:

    Falou tudo perfeito.

  • Roberto Ritter disse:

    Também achei muito ruim a organização. Ja participei de muitas outras. A maioria é só mesmo intetesse comercial. O CORPA até errou feio numa distância (tinha 12200m a corrida de 10 km). Corri em outrs estados também. O PROBLEMA MAIOR É AQUI NO RS. Um estado que está andando de ré em TODOS OS ASPECTOS.

  • Jorge disse:

    Concordo plenamente com as tuas colocações.
    Já participei duas vezes dessa prova e há 2 anos atrás tomei essa decisão: não participo mais da TTT.
    Parabéns pelo resultado e te desejo sucesso na tua trajetória já vitoriosa.

  • Beth disse:

    Concordo com tudo …eu já no ano passado tinha decidido não mais participar dessa prova.
    Você ganhou um boné e ganhei um medalha de plástico. A organização da prova ficou de dar a original durante o ano de 2014 , mas até hoje ainda não recebi. Existem provas muito boas aqui no Brasil, mas que virou um comércio , virou, então cabe a cada um boicotar esse tipo de prova…se todos continuarem a ir , eles continuaram a dar bonés e medalhas do que quiseremmm….

  • Boa tarde Daniela!
    A 5ª Edição da TTT foi a última que a minha Equipe Participou, justamente por tudo isto que tu relatou e mais um pouco, por ter a coragem de reclamar diretamente para a organização e ainda ser taxado como “reclamão”. Por estas e outras questões eu e minha Equipe não participamos mais desta prova e muitas outras que não dão bola para o mais importante que são os corredores!
    Muito Bom o teu texto e Parabéns pela tua conquista Pessoal! Espero que muitos outros leiam e sigam essa ideia para que um dia lá na frente as coisas melhores para todos nós corredores! Abraço!

  • Henrique disse:

    Minha sugestão é que corredores se organizem em cooperativas e façam um circuito de corridas de cooperativas. Na tua casa, os locais trabalham para o evento, na casa dos outros os de lá trabalham mas sempre serás antedida por quem entende da tua situação. Se botar um circuito destes no calendário e mesmo que haja poucos corredores, as outras corridas rentáveis irão melhorar a qualidade e o atendimento, pode ter certeza, nada como o medo pra botar ordem na casa…

  • Rita Santin disse:

    Vejo a corrida com um caráter esportivo onde apesar de todos querem se superar e buscar o seu melhor, dentro dos seus limites é também uma competição onde os mais preparados vencem e portanto, merecem um reconhecimento adequado. Acredito que uma corrida como a TTT que abre inscrições para ultramaratonistas deveria sim ter uma premiação melhor. Afinal, só em inscrição o valor é de R$ 260.000 (130, por inscrição), sem falar nos apoios e patrocínios. Sendo que, já participei de uma corrida com o valor da inscrição de 20 reais em 2014 (Corrida pela Vida do Bradesco) e com premiação em dinheiro para os 5 primeiros colocados e muito bem organizada. Além disso, qualquer prestação de serviço deve ter um preço justo em relação ao serviço prestado e não é isso que está acontecendo, pelo menos em algumas corridas. É só a minha opinião, de quem correu pela primeira vez a TTT e sabe também reconhecer a beleza de correr no litoral ;)

  • Dani, Parabéns ´pela conquista prova perfeita atleta perfeita, palavras acertadas , concordo com você números, gêneros e graus. uma grande falta de respeito com todos e ai temos que festejar um troféu Zinho mixuruca , quanto se ganha pra organizar um evento deste porte alguém já parou pra imaginar?? 50mil-100milou 150mil num final de semana, pois hoje em dia a corrida virou uma indústria de ganhar dinheiro rápido , investe-se 50mil ou 100mil em equipamentos e depois é só retorno. creio que muito de nós deveríamos não mais participar de eventos com falta de respeito com atletas, há vemos uma fabrica de ULTRAMARATONAS de 6hs,12hs, 24hs , 48hs e outras tantas e o que se ganha no final , NADA-NADA-NADA.

  • josé servello disse:

    EM CAMPINAS , SP , UM VEREADOR CRIOU UM PROJETO QUE TODAS CORRIDAS QUE SÃO COBRADAS INSCRIÇÕES , A ORGANIZAÇÃO TEM QUE TIRAR UMA DETERMINADA PORCENTAGEM PARA PREMIAÇÕES EM TODAS AS CATEGORIAS . SOMENTE ESTÃO EXCLUÍDAS AS CORRIDAS REALIZADAS COM FIM FILANTRÓPICAS .
    PARABÉNS PARA A CAMPEÃ

  • Alexandre disse:

    A TTT no meu entendimento é uma prova lúdica para amadores com objetivo de superação e diversão! Jamais numa prova dessa extensão deveria faltar água, comida e atendimento médico. Se faltou, deve ser apontado os erros e responsabilizar os organizadores, até judicialmente se for o caso. Em relação a premiação , se os atletas estão atrás de prêmios em dinheiro ou viagens , sinceramente , deve procurar outras provas , mais profissionais, com outro nível. Lembrando que encontrarás atletas profissionais , ou seja, mais difícil de subir no pódio. No entanto, vale ressaltar que parece haver contratações de atletas profissionais por parte de equipes com objetivos de promoção. Mas no geral é uma prova de amadores que possibilita a chance de ” vencer” conforme esforço , dedicação etc .,, Então eu acho que fazer 81km sozinho não vale a pena , porque aumenta a chance de lesões, de arritmias, e talvez de morte a longo prazo. Como desafio, talvez uma vez e pronto. Mas se for para ser feliz, o resto não importa . Parabéns pelos resultados.

  • Douglas disse:

    Corri pela primeira vez a TTT e participei de um octeto, onde corri o primeiro trecho de 12 km, havia a programação de três postos de hidratação, encontrei o primeiro no km 2,5 e o outro no km 10 e só, não haviam três e sim dois, só consegui me hidratar devido ao companheirismo de um ciclista que dava apoio a uma atleta que carregava copos de água no cesto da Bike e que gentilmente me cedeu. Imagina o que foi o resto da prova para quem correu os 82 km.

  • Filipi Dariva Cabreira disse:

    Oi Dani. Concordo com tudo o que tu disseste.

    Acho que a TTT é um tesouro para nós corredores gaúchos e por isso não podemos deixar assim, temos que colocar nossa posição para os organizadores.

    No próprio site do corpa tem um link para uma pequena pesquisa e no final tem um campo para colocarmos nossa opinião, foi o que eu fiz, escrevi um texto gigante com todas as minhas impressões e sugestões, assim como meu email de contato para me identificar.

    Se todos fizermos isso quem sabe juntos podemos ajudar a fazer com que essa prova melhore e a gente não deixe de participar de um evento tão diferenciado.

  • Tatiana Giron Cardon disse:

    Dani, Parabéns pela merecida VITÓRIA! És uma verdadeira Heroína da Corrida pelo teu histórico de dedicação e desempenho como maratonista. És ídola para muitos que se aventuram neste esporte, inclusive para mim. Iniciei o preparo para corrida no final do ano passado por desafiar uma limitação física e pretendo melhorar meu condicionamento cada vez mais. Fico triste em saber como os atletas são tratados em competições aqui no nosso Estado. Teu clamor por maior dignidade ao desportista é mais do que justo, visto que se investe muito para se atingir a meta de correr uma Maratona. Organização, infraestrutura, segurança e condições mínimas de hidratação são quesitos básicos que não deveriam passar em branco pela comissão organizadora e talvez se possa ajudar a melhorar. Quanto ao reconhecimento aos vencedores e premiação também considero vergonhoso o desleixo com a qualidade do prêmio. Penso sempre que o Prêmio maior seja a própria conquista de se atingir uma meta para a qual se dedicou, treinou com afinco, com amor mesmo pelo que se faz. Fizeste muito bem em “botar a boca no trombone” por alertar a todos nós, para tomarmos alguma iniciativa e nos prepararmos melhor para as futuras competições. Não abandona a Corrida e segue muito a frente!! Um forte abraço da Tatiana.

  • João Carlos Rillo disse:

    A TTT sofreu miseralização desde 2011….. a edição de 2010 foi muito boa, mas, anos seguintes, decaiu gravemente……. Depois da insalubridade de 2014, larguei e não volto.